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Clamor pela Família

06/02/2012


Foto: Ricardo Emerick

O Clamor pela Família com distribuição da rosa ungida acontece todos os sábados, às 08:00h, na sede nacional da Igreja Mundial do Poder de Deus, no Rio de Janeiro, na Avenida Dom Hélder Câmara, 9.046, no bairro da Piedade, subúrbio carioca.

O pedreiro João Moreira dos Santos, 46 anos, que mora em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, participa das reuniões todos os sábados.

Ele tinha problemas sérios na coluna e ficou curado.
Segundo dados do Ministério da Saúde, os problemas de coluna são a principal causa de afastamento temporário do trabalho no Brasil, e são encarados nos países industrializados como epidemia. As causas são variadas: desde má postura até doenças degenerativas, doenças inflamatórias, infecções e tumores.

Quando a pessoa é autônoma, a situação se agrava, pois impede que ela tenha seu sustento, como era o caso de João.
“Quando eu conseguia trabalho, acabava sendo humilhado pelos colegas, que me chamavam de morcego, porque eu não tinha forças para carregar peso. Diziam que eu me aproveitava do trabalho deles”, explica ele.

“Eu sou de Alagoas, e lá na minha terra chamam de ‘chupa-sangue’ quem fica ‘morcegando’ no trabalho”, disse o bispo Laércio, brincando com João.

A esposa, Ione Oliveira Lago, 36 anos, conheceu a Igreja Mundial do Poder de Deus através do programa na televisão, e todos os dias acompanhava as orações.

“Eu assistia ao programa mas o meu marido não gostava do apóstolo. Eu perseverei e em quatro meses o Senhor Jesus mudou a nossa vida. Minha filha, Íris Aparecida, 13 anos, também foi curada de problemas na coluna”, revela.
“Eu dizia que ainda bem que temos dois televisores em casa, porque a minha esposa ligava no programa da igreja e eu ligava o outro aparelho em outro canal.

Hoje eu amo o apóstolo Valdemiro Santiago de todo o coração, e sei que muita gente vai subir aqui neste altar para declarar suas vitórias e seu amor pelo apóstolo”, finaliza João, que para mostrar que não tem mais problemas na coluna permaneceu o tempo todo com o filho Lucas, de 4 anos, no colo, e até correu com ele em cima do altar.

O testemunho da família emocionou Jacqueline Lúcia A. C. Merati, 44 anos, que mora em Paciência, na periferia do Rio. Ela decidiu, então, subir no altar para glorificar o Senhor Jesus pela sua libertação do alcoolismo.

por: Mônica Luz